Regulamento dos Serviços Técnicos Internos da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos
- PT SCMB PT SCMB-A-004-0002
- Documento simples
- [1940]
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Regulamento dos Serviços Técnicos Internos da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos
Esta secção inclui documentação dos órgãos de decisão da Santa Casa, nomeadamente acórdãos, termos de deliberação das sessões da Mesa e atas de eleições.
Santa Casa da Misericórdia de Barcelos
As grades da Misericórdia. Assistência aos presos
Parte de Coleção de Documentos em Destaque da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos
As grades da Misericórdia. Assistência aos presos. A sexta obra de misericórdia corporal – “Visitar os presos” – convida-nos a dirigir o olhar para Cristo, o Senhor, que esteve preso na noite anterior à Sua crucifixão, e assim viveu amargamente a privação de sua liberdade enquanto aguardava um julgamento e uma condenação absolutamente injustos e iníquos. Então, vê-se, neste ato
de Jesus, um paradoxo, dado que, ao agir em total liberdade (Jo 10,18) ao entregar-se como um prisioneiro, liberta assim o homem do pecado.
LIVRO IX DAS PROVISÕES E MERCÊS
Parte de Coleção de Documentos em Destaque da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos
LIVRO IX DAS PROVISÕES E MERCÊS
Este mês, apresentamos um códice factício constituído por mercês e provisões concedidas à Santa Casa da Misericórdia de Barcelos. Ora, um códice factício não é nada mais do que um volume formado pela união de obras ou documentos de caráter heterogéneo, da mesma ou de diferentes datas, agrupados com intenção de arquivamento temático.
Neste caso, temos uma série documental constituída pelas provisões régias emanadas pelo reino de Portugal, vejamos alguns exemplos:
1604-07-30 – Provisão régia para que a Santa Casa da Misericórdia de Barcelos tenha os mesmos privilégios que a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
1645-07-05 – Provisão de D. João IV para os irmãos da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos que forem desobedientes serem expulsos - "desavenças que deram grande escândalo por em tal noite não irem insígnias na procissão das Endoenças".
1710-01-21 – Provisão de D. João V em que autoriza a venda de umas casas para a obra do hospital da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos. Contém petição da Santa Casa.
1734-07-15 – Provisão de D. João V a determinar que nenhum escrivão ou irmãos da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos que deva dinheiro à Casa seja provedor. A Casa tinha quantias de dinheiro a juro, legadas por benfeitores, das quais alguns irmãos eram devedores.
Parte de Coleção de Documentos em Destaque da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos
Do real imposto na carne e no vinho para as obras novas do hospital por mais um ano.
Estamos em plena época barroca; em Portugal, reina D. João V (Lisboa, 22 de outubro de 1689 – Lisboa, 31 de julho de 1750), conhecido como "o Magnânimo". O seu reinado coincide com o apogeu do Barroco em Portugal e com a chegada massiva de ouro proveniente do Brasil, o que influenciou diretamente a administração do reino e o apoio a instituições como a Misericórdia de Barcelos.
Coleção de Documentos em Destaque da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos
Documentos em Destaque: Janelas Abertas para o Passado.
Nem todos os documentos que chegaram até nós têm a mesma voz. Alguns falam baixinho — em algarismos, em listas, em inventários que o tempo tornou áridos. Outros, porém, surpreendem-nos: revelam pensamento, antecipação, uma vontade de agir antes que o mal se instalasse. É precisamente isso que torna os Documentos em Destaque do Arquivo Leonor uma rubrica tão singular.
Ao destacar peças do seu vastíssimo acervo — documentos que percorrem séculos de história religiosa, assistencial e social —, o Arquivo Leonor não se limita a mostrar o que foi feito. Mostra também como se pensava. E pensar que, em certas épocas, já era, em si, um ato de coragem.
Santa Casa da Misericórdia de Barcelos
Regulamento Serviços de Enfermagem do Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos
Diploma normativo que atualizou a organização interna dos cuidados de enfermagem, adaptando-os às necessidades assistenciais da década de 60. Define a hierarquia e as competências do corpo de enfermagem em diferentes enfermarias e serviços clínicos (como o serviço de cirurgia e as urgências). Estabelece as obrigações dos enfermeiros perante os doentes (zelo, sigilo e humanização do tratamento) e perante a instituição (cumprimento de horários e de escalas). Normatiza a execução de tratamentos, a administração de medicamentos (em articulação com a farmácia/botica) e a prestação de cuidados de higiene aos enfermos.
Normatiza a execução de tratamentos, a administração de medicamentos (em articulação com a farmácia/botica) e a prestação de cuidados de higiene aos enfermos.
Tabela geral das dietas do hospital da Irmandade da Santa e Real Casa da Misericórdia de Barcelos
Tabela geral das dietas do hospital da Irmandade da Santa e Real Casa da Misericórdia de Barcelos: approvada em sessão de Mesa de 24 de fevereiro de 1900.
Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos
Sistema de informação constituído pela documentação produzida e recebida pelo Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos no âmbito das suas funções assistenciais, clínicas e administrativas. Integra registos de admissão e tratamento de doentes, listagens de facultativos, inventários de botica, bem como a respetiva gestão financeira e de pessoal associada à atividade hospitalar da instituição.
Santa Casa da Misericórdia de Barcelos
[José Joaquim de Faria Machado]
Parte de Coleção de Benfeitores em Destaque
Nascido a 27 de fevereiro de 1826, em Barcelinhos, concelho de Barcelos, José Joaquim de Faria Machado foi batizado, a 5 de março desse ano, na mesma freguesia. Proprietário, capitalista, solteiro, foi residente no Recife, Pernambuco, Brasil; Comendador; benfeitor da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos.
Nobre fidalgo descendente dos senhores da Bagoeira, por parte de D. Catarina de Faria, IV neta de D. Nuno Gonçalves de Faria, alcaide do Castelo de Faria.
Pela estirpe dos Machados, aparentava-se com os antigos senhores do Homem-e-Cávado, do concelho de Amares. Viveu na sua casa do arrabalde do Senhor da Cruz, depois que a Quinta da Bagoeira passou para a família dos Farias Machados Robys, da Quinta das Hortas, em Braga.
José Joaquim de Faria Machado foi benfeitor do hospital e asilo da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos.
Falecido a 19 de novembro de 1889 – Campo Nª Sª Branca, 45, S. Vítor, Braga –, com 63 anos, encontra-se enterrado no cemitério municipal de Barcelos.
Segundo o Professor Eugénio dos Santos, a emigração revelou-se um dos comportamentos mais marcantes da sociedade portuguesa ao longo de toda a sua vivência coletiva, designadamente a partir do século XVIII. Desde os princípios do século XIX e durante mais de um século, o Brasil corporizou o sonho de Eldorado que fascinou muitas centenas de milhares de portugueses.